O erro da Colômbia

NENHUM COMUNISTA PODE FALAR POR MUITO TEMPO SEM SER PARADO


Exagerar o perigo para não ter de encarar a própria covardia é um fenômeno psicológico comum entre pessoas que se sentem perseguidas. Perseguição não é um sentimento, mas um fato. E todo comunista CRIA uma perseguição para que seus planos não sejam DESCOBERTOS.


As vítimas do comunismo caem em perigo análogo: sentem-se SUPERIORES por não conseguir imaginar que foram acorrentados em um esquema tão banal. Por vergonha de agir como deveriam, atrasam a solução sempre que a opinião pública da classe falante seja uma ameaça possível.


Não existe uma solução que acabe com as tramóias comunistas que não passe pela GUERRA DE INFORMAÇÃO. E quem não sabe como guerrear por meio da INFORMAÇÃO será sempre algemado pelos comunistas, mestres em ludibriar.


É necessário querer DESTRUIR por completo todos os meios de ação de quem te deseja difamar. Deixar o difamador em paz é a certeza de ser para sempre difamado até que a difamação se torne uma profecia autorrealizável quando a reação chegar atrasada e conhecida pelo difamador.


A autovitimização hiperbólica é a seiva dos comunistas, eles não vivem sem ela. Por isso que toda hesitação em tirar deles os meios de ação é já uma colaboração inconsciente do projeto comunista, na melhor das hipóteses. Temer pará-los é dar-lhes tempo suficiente para que vençam.


Temiam tanto agir contra as FARC na Colômbia que hoje o presidente é um terrorista. Não pararam as FARC quando mataram os membros da Suprema Corte em 1985. O grupo terrorista se autodenominou "Companhia Iván Marino Ospina" em homenagem a um comandante do M-19, outro grupo terrorista, morto pelos militares colombianos em 28 de agosto de 1985. Horas depois, o cerco deixou quase metade dos 25 juízes do Supremo Tribunal mortos.


Resta ao povo colombiano choramingar e lamentar, assim como na Bolívia, no Chile, na Venezuela e na Argentina. O próximo povo a viver de lamentos será o Brasil, se não quiser prender os criminosos e continuar a lutar contra eles mostrando o código penal ou a Constituição. Nunca um livro parou assassinos, terroristas e não será agora que isso mudará.